terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Círio de Nazaré, comidas típicas e danças no Pará



Prof. Leonardo Castro


Círio de Nossa Senhora de Nazaré


São quase 300 anos de uma história em que protagonistas anônimos reúnem-se para expressar a crença em Nossa Senhora de Nazaré. O Círio é o momento ímpar de devoção, fé e amor, quando milhares inundam as ruas de Belém do Pará, na maior procissão de fé cristã católica, no segundo domingo de outubro.


Nossa Senhora de Nazaré.





A Berlinda com a Padroeira - Nossa Senhora de Nazaré.



História

A devoção à Nossa Senhora de Nazaré no Pará começou em 1700, quando o caboclo Plácido encontrou uma imagem da Virgem no igarapé Murutucu - onde hoje é a travessa 14 de março, em Belém. Levou a imagem para casa, mas, misteriosamente, ela retornou ao local onde foi encontrada. O fato se repetiu várias vezes e Plácido decidiu construir uma pequena capela no lugar do achado, onde milhares de viajantes e romeiros vinham em busca de graças e milagres da santa.



Mas foi somente nove décadas depois que tanta devoção deu origem ao Círio de Nazaré. A procissão foi realizada pela primeira vez como pagamento de uma promessa. Era 8 de setembro de 1793, uma quarta-feira. Naquele ano, o governador português Francisco Coutinho, impressionado com as romarias à ermida de Nazaré, decidiu organizar uma festa pública para divulgar essa devoção. Toda a população do interior foi convidada para uma grande feira, onde as pessoas iriam expor seus produtos da lavoura, além de participar de um fascinante evento religioso.



Às vésperas da festa, o governador adoeceu. Prometeu à Virgem que se melhorasse iria buscar a imagem na ermida para levá-la até o Palácio do Governo, onde faria celebrar uma missa. Em seguida, a traria de volta em romaria. Recuperado, o governador cumpriu sua promessa e assim se iniciou a maior procissão religiosa do Brasil, nas ruas de Belém.



Até o início do ano 1900, a grande procissão acontecia em setembro. Hoje, é realizada no segundo domingo de outubro. O percurso também era diferente, pois inicialmente saía da capela do Palácio do Governo em direção à ermida no Igarapé Murutucu. Em 1882, o bispo Dom Macedo Costa decidiu que o ponto de partida seria a Catedral. As ruas de Belém não eram asfaltadas e viravam grandes atoleiros com as cheias da baía de Guajará, que banha parte da cidade, em especial a área onde passa a procissão. Por causa disso, a Berlinda com a imagem da santa era puxada por bois, que precisavam do reforço de uma corda num desses atoleiros.





A corda do Círio, hoje.



No século XX, os bois foram retirados da procissão porque começaram a oferecer risco para os fiéis que acompanhavam a imagem, mas a corda permaneceu e se tornou um dos principais símbolos da festa de Nazaré.


Trasladação - A primeira trasladação aconteceu em 1793. Na véspera da procissão, o pároco levava a imagem primeiro para a capela do Palácio do Governo e depois para a Catedral. Ele era acompanhado apenas por um pequeno grupo de pessoas. Atualmente, a Trasladação é praticamente um outro Círio.




Trasladação

A Trasladação é o mais tradicional entre os eventos que antecedem o Círio. Começou na noite anterior ao primeiro Círio de Nazaré, em 1793. A procissão originou-se de uma circular do governador da época, Dom Francisco de Souza Coutinho, determinando que a imagem da Virgem fosse conduzida da igreja onde estava para a capela do Palácio do Governo, de onde sairia o Círio na manhã seguinte. Desde então, a tradição vem sendo cumprida.


A procissão geralmente é longa. Em 2000, por exemplo, durou das 17 horas de sábado à uma da madrugada de domingo. Ao longo de todo o trajeto o povo se aglomera nas ruas transversais ao cortejo para ver à passagem da Berlinda, que conduz a imagem da Virgem de Nazaré.



No domingo a imagem será levada, bem cedo, para a grande procissão do Círio, que é considerada uma das maiores romarias católicas do mundo, por reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas nas ruas de Belém.



Sexta-feira: o início da peregrinação



A peregrinação da imagem de Nossa Senhora de Nazaré, na semana do Círio, começa na sexta-feira que antecede a grande procissão do segundo domingo de outubro.


A primeira homenagem que a padroeira recebe acontece durante o percurso em que a imagem sai da Basílica de Nazaré, no centro da capital paraense, até a igreja matriz do município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.


O trajeto inicia por volta das 14h e termina às 19 horas. Ao longo de todo o percurso, Nossa Senhora, cuja imagem é conduzida em carro aberto, é saudada com chuvas de papel picado, pétalas de rosas, fogos de artifício, cânticos, orações e, às vezes, o silêncio.


Em um ponto do trajeto - na saída de Belém - o bispo concede a bênção aos fiéis. Em alguns momentos, a imagem é seguida por pedestres e ciclistas. No início da noite, a santa chega a Ananindeua, onde é recebida por uma multidão de fiéis, que passa a noite em vigília.




Sábado: segundo dia de romaria


Depois de passar a noite na Igreja Matriz de Ananindeua, a imagem, já na madrugada de sábado, é conduzida por uma procissão rodoviária. Por volta de cinco horas da manhã, o arcebispo metropolitano de Belém celebra uma missa, que dá início à segunda fase da romaria.


Depois da celebração, a imagem é colocada no alto de um caminhão, sob uma redoma, protegida pela Guarda da Santa. Como no traslado de Belém a Ananindeua, o caminhão vai acompanhado de vários motoqueiros. A procissão na rodovia BR-316 é seguida pelos carros da Diretoria do Círio, Polícia Rodoviária, Cruz Vermelha e centenas de outros veículos.



A procissão vai até o trapiche da Vila de Icoaraci, distrito de Belém. E de lá que sai outra tradicional romaria.


A padroeira dos paraenses é também a padroeira dos navegantes. Por isso, a romaria fluvial é um dos mais esperados, belos e emocionantes momentos de devoção à virgem de Nazaré. O evento foi realizado pela primeira vez em 8 de outubro de 1986, organizado pela Paratur.






Romaria fluvial, navio da marinha do Brasil com a imagem da Virgem de Nazaré.


A imagem é levada por um barco, enfeitado com flores, balões e fitas coloridas. A embarcação segue pela baía do Guajará, no entorno de Belém, seguida por centenas de outros barcos ornamentados. As embarcações que acompanham o evento também participam de um concurso promovido pela Paratur, que escolhe a mais bela decoração.

O trajeto Icoaraci-Belém dura, em média, cinco horas. Ao chegar ao cais do porto da capital, a virgem recebe mais homenagens com queima de fogos. A imagem é recebida por uma multidão. São motoqueiros, motoristas e outros milhares de fiéis. A imagem é conduzida até o Colégio Gentil Bittencourt, de onde só sai à noite, para a trasladação. Há infinitas manifestações de devoção durante o mês de outubro. Em Belém, uma outra expressão de fé vem das crianças. O Círio das Crianças acontece sempre no primeiro domingo depois da grande procissão. A romaria dos pequenos é grande em homenagens. Ao longo de todo o percurso da procissão, que começa logo após uma missa campal na Praça Santuário, os pequenos fiéis cantam, rezam e balançam lenços para Nossa Senhora de Nazaré.

As crianças, que antes só eram vistas no grande Círio, enfeitando os carros dos anjos - como fruto de promessas - ou no colo dos pais, ganharam uma procissão só para elas, em 1990. A caminhada dos romeiros mirins é repleta de particularidades. Os cânticos religiosos, por exemplo, são em versão infantil. Fogos são lançados ao longo da procissão para alegrar a meninada. Um carro som também ajuda na empolgação. A romaria é curta, de apenas 1,8 quilômetros, e dura, em média, uma hora e meia. Ao final, apesar do cansaço, os pequenos ainda mostram fôlego para enfrentar uma longa fila e realizar um desejo: beijar a imagem da Santa.

O Recírio é o último momento do Círio de Nazaré. É quando os paraenses se despedem de sua padroeira, na segunda-feira, 15 dias após a grande procissão do segundo domingo de outubro. Nesse dia, a cidade pára. O sentimento é de saudade. É o fim do encontro entre Mãe e Filho. De manhã, quando é realizada a procissão, nada funciona em Belém.O Recírio começa após uma missa campal no Centro Arquitetônico de Nazaré às primeiras hora da manhã. Depois, a imagem da padroeira dos paraenses é conduzida em um andor pelas ruas ao redor da Praça Santuário, em frente a Basílica de Nazaré em direção à Capela do Colégio Gentil Bittencourt, onde ficará até o próximo Círio. É um trajeto curto, de apenas meia-hora, mas suficiente para os fiéis prestarem suas últimas homenagens à Santa.




Comidas típicas do Pará

A floresta amazônica - fonte de inspiração para os índios em diversos setores – também originou uma das mais típicas e surpreendentes cozinhas do Brasil. Da natureza rica em ervas, frutos, sabores e cheiros nasceu a gastronomia paraense. É considerada a mais autêntica e exótica do país e responsável por colocar o Pará em destaque no roteiro turístico gastronômico nacional e internacional.

A festa do Círio de Nazaré, considerada o Natal dos paraenses, tem como um dos grandes momentos o almoço do domingo de Círio. Em todos os lares, o almoço do Círio confraterniza as famílias, hóspedes e amigos. É quando a rica culinária paraense pode ser melhor apreciada. Além dos pratos típicos, como o pato no tucupi e a exótica maniçoba, os frutos do mar, da floresta, dos rios e das imensas fazendas paraenses compõem os cardápios: enormes peixes, como o pirarucu, a pescada amarela, o tambaqui, o tucunaré e o filhote, assados inteiros ou em moquecas.



Pato no Tucupi.

A Maniçoba.

Tem ainda os filés de búfalo da ilha do Marajó; camarões rosados e cinzentos, patas de caranguejo, ostras e sernambis, oriundos da Amazônia Atlântica; delicados cremes e deliciosos sorvetes de frutas variadas – mangas, abacaxis, açaí e também bacuris, cupuaçus e muricis; queijo fresco; tartarugas oriundas dos criatórios artificiais. O Pará herdou a arte portuguesa dos doces, e aplicou-a sobre as frutas amazônicas: as tortas, docinhos e bombons recheados são únicos e deliciosos.

A mandioca na alimentação do paraense tem um papel expressivo. De seu processamento saem o tucupi, a farinha d´água – que acompanha as principais refeições – e o amido, chamado tapioca, usado em diversos pratos e sorvete.



As frutas regionais complementam o cardápio. Uma diversidade que pode ser encontrada na Feira do Ver-o-Peso, em Belém, e, de quebra, consumida em doces e sorvetes, compondo maravilhosas sobremesas - um destaque a mais da culinária paraense. Como exemplos, o cupuaçu, o bacuri, o taperebá e a própria manga e o açai, esta muito encontrada em feiras e nas ruas da capital.




O açaí é um dos frutos mais apreciados pelos paraenses e por quem visita o Pará. Dele é extraída uma espécie de suco grosso, de cor arroxeada, não alcoólico. Os paraenses o consomem misturado com farinha d’água ou de tapioca, e geralmente acompanhado de peixe frito, camarão assado, ou alguma outra carne salgada.


O tacacá é uma iguaria da região amazônica brasileira, em particular do Acre, Pará, Amazonas, Rondônia e Amapá. É preparado com um caldo fino de cor amarelada chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma, camarão e jambu. Serve-se muito quente, temperado com sal e pimenta, em cuias.


Sua origem é indígena e, segundo Câmara Cascudo, deriva de um tipo de sopa indígena denominada mani poi. Câmara Cascudo diz que “Esse mani poí fez nascer os atuais tacacá, com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos.”



Danças do Pará


Carimbó

O nome vem dos índios Tupinambá - CURI (PAU OCO) e M`BÓ (FURADO). Na tradução seria "pau que propaga o som". A influência africana deixou o ritmo do carimbó mais agitado e alegre. A roupa é simples: as mulheres usam saia rodada estampada, blusa de cambraia branca, colares coloridos e uma flor no cabelo. Os homens, calça curta de pescador e camisa estampada. Os dançarinos bailam descalços. Marapanim e Vigia são os municípios mais antigos na execução desta dança.



A dança do Carimbó.



A música do carimbó vem sendo popularizada nas vozes e no trabalho de alguns cantores e compositores da terra. Entre os que difundiram o ritmo tradicional estão Mestres Verequete e Cupijó. Atualmente, o músico Pinduca adaptou a um ritmo mais moderno. Da Ilha do Marajó Mestre Lucindo, já falecido, é considerado um dos mais importantes compositores populares do Pará junto com Zezinho Vianna, autor da exótica “Invernada Marajoara”.

A coreografia começa com o homem batendo palmas para a mulher. É o convite para a dança. O grupo forma uma roda. As dançarinas fazem movimento circular com a saia. A intenção é atirar a saia sobre a cabeça de seu par. O papel do homem é evitar que ela consiga. A vitória, dela, seria a desmoralização do homem, que seria obrigado a se retirar do local da dança. A parte mais importante em uma roda de carimbó é a marcação coreográfica de um dos pés sempre à frente do corpo.

Um ponto alto da dança é o momento em que um casal vai para o meio da roda, onde fazem a dança do peru, nessa hora o cavalheiro é forçado a apanhar com a boca um lenço que a parceira estende no chão. Se conseguir pegar o lenço, o homem é aplaudido. Caso contrário, a mulher atira-lhe a barra da saia no rosto e o cavalheiro é forçado a abandonar a dança.


Lundu Marajoara

De origem africana, foi registrada inicialmente na ilha do Marajó. É a mais sensual dança folclórica paraense. O tema está centrado no convite do homem à mulher para um encontro sexual. A dança desenvolve-se, a princípio, com a recusa da mulher, mas diante da insistência do companheiro ela termina por ceder. O "ato sexual" acontece quando o casais realiza a UMBIGADA - movimentos sensuais de requebro.

A movimentação coreográfica é tão plena de sensualidade que, na época do Brasil Império, a Corte e o Vaticano proibiram que fosse dançada. Com o tempo, o decreto caiu no esquecimento e o Lundu voltou a ser praticado, mantendo sua principal característica: a sensualidade.

A dança é acompanhada por instrumentos como rabeca, clarinete, reco-reco, ganzá, maracá, banjo e cavaquinho. As mulheres normalmente se vestem com saias longas e coloridas, blusas curtas com rendado branco. Já os homens vestem-se com calças largas, geralmente brancas, com as bainhas enroladas.


Marambiré

Surgiu depois da abolição da escravatura e simboliza a esperança dos negros na constituição de uma sociedade livre e justa. De acordo com pesquisas, a dança evoluiu dos cantos de outras manifestações populares de caráter religioso na área do Baixo Amazonas, precisamente em Alter-do-Chão, Santarém.

O Marambiré dançado em Alter-do-Chão mistura elementos religiosos e profanos. O bailado constitui-se numa simples marcha. A coreografia é meio complicada, dançada em pares com ritmo bem marcado. O Marambiré é sempre apresentado no festival do Çairé.



Marujada

Três apresentações marcam a Marujada: a primeira no dia de Natal, a segunda no dia de São Benedito – 26 de dezembro. E a terceira acontece no dia 1º de janeiro. A festa tem a mesma origem que a irmandade de São Benedito: em 1798, quando os senhores atenderam ao pedido dos escravos para a organização da irmandade. Nessa época, foi realizada a primeira festa em louvor ao santo. A manifestação foi mantida e incorporou-se ao lado profano da festa.

A festividade acontece no município de Bragança. Lá, homens "marujos" e mulheres "marujas" percorrem a cidade imitando o balanço de um barco na água. A dança é comandada pelas mulheres e acompanhada musicalmente pelos homens, que usam violas, rabecas, violinos, tambores e cavaquinhos. A Marujada de Bragança é dividida em várias danças, como: Contra Dança, Retumbão, Mazurca, Valsa, Xote Bragantino, Chorado e Roda.


Homens "marujos" e mulheres "marujas".


Retumbão


A festividade em devoção a São Benedito, em Bragança, deu origem à Marujada, e com ela a mais conhecida e importante dança folclórica da Marujada, o Retumbão.

O Retumbão pode ser considerado a dança favorita dos integrantes da Marujada de Bragança. O ritmo seria uma variação do Lundu. Quanto à coreografia, nada tem de semelhante. O ritmo e a forma como é dançado dão-lhe uma característica própria e um isolamento que não permitiu acréscimos de outros ritmos. Tem origem comum à fundação da irmandade da marujada de Bragança, em 1978.

A dança recebeu o nome de Retumbão devido ao entusiasmo dos próprios portugueses que, ao ouvirem de longe o ritmo e a linha melódica, diziam que tudo “retumbava”, elogiando a execução.
A orquestra da dança do retumbão é composta de tambores grandes e pequenos pandeiros, cuíca (onça), rabeca, viola, cavaquinho e violino. Não há canto no retumbão.



Samba do cacete


O Samba do Cacete surgiu no município de Cametá. Esta dança foi criada para mostrar toda a sensualidade da região. O nome se origina do instrumento que é usado para dar ritmo e marcação à música: os cacetes, dois pedaços de pau que são batidos no Curimbó, para dar cadência ao ritmo.


Dança do siriá


Originária de Cametá, a dança expressa gratidão dos índios e escravos africanos por um milagre. Depois de um dia exaustivo de trabalho, os escravos eram liberados, sob fiscalização, para conseguir algo para comer. Certo dia, foram à praia e encontraram grandes quantidades de siris que se deixavam apanhar facilmente. Em agradecimento, ensaiaram uma dança e deram o nome de SIRIÁ, que narra o fato.


O siriá é uma variação do batuque africano, mas ao longo dos tempos sofreu algumas pequenas alterações. A coreografia traz como principal característica o ritmo lento, no início, que torna-se frenético em seguida. A dança obedece a uma coreografia que evolui ao ritmo dos versos cantados. No refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado para o lado esquerdo e para o lado direito.


O nome Siriá surgiu por distorção lingüística. A influência racial até hoje, em alguns lugares da Amazônia, é refletida na pronuncia de determinadas palavras. Um exemplo está na terminação de alguns nomes: "cafezal" chamam de "CAFEZÁ", "milharal" chamam de "MILHARÁ". A abundância de siris foi batizada de "SIRIÁ".


O siriá possui um vestuário parecido com o do carimbó. As mulheres usam blusas de renda branca, saias rodadas, pulseiras, colares e enfeites coloridos na cabeça. Os homens vestem calças em tons escuros e camisas coloridas amarradas na frente. Eles também usam chapéus de palha enfeitados com flores, que as damas retiram para demonstrar alegria.



Xote bragantino


O xote é dança de origem húngara e foi trazido para Bragança pela aristocracia da época, ganhando no local novos manejos coreográficos tipicamente regionais. Conquistou peculiaridade e fama pelo jeito bragantino de ser dançado.

22 comentários:

  1. Muito interessante seu Blog! Estive ano passado no Círio de Nazaré! Uma verdadeira emoção!!!

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  2. uhum amei esse site achei muito bacana
    fala sobre o meu estado eu sou paraense com muito orgulho e muito amor eu tomo muito açai
    quase todos os dias..
    bjxx comcarinho a todos ♥
    as:tayná

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  3. sinto tanta falta das comida do pará saudade grande da minha cidade linda♥♥♥Isto é Belem....Isto é Pará....Isto é Brasil

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  4. saudades de Belém desse povoo de raça pura e únicaa...
    e muito mais da cozinha da vovó néh..

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  5. Esse blog me ajudou muito...preciso fazer um trabalho sobre o Pará...
    Adorei, obrigada!
    Ainda vou no Pará... :)

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  6. eduardo:
    valeu esse blog fez meu trabalho

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  7. Amei esse blog, amo tudo que fale do meu Pará.

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  8. adorei esse blog.Para o acriador os meus parabêns... é sempre bom lembrar o que É NOSSO..

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  9. Muito interessante ....Gostaria de saber mais sobre essa a cultura Paraense que muito rica em Manifestaçães culturais,danças,musica,lendas entre outras coisas

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  10. Procissão como a de nossa senhora de Nazaré, não tem igual em lugar nenhum do mundo é linda é unica é exclusividade do meu PARÁ. E as comidas típicas então hummmm!! o açaí também noooossa!!. como o daqui num tem em lugar nenhum. O Pará tem muitas riquesas, muitos lugares belíssimos acompanhados da natureza é só vim ver pra crer. EU AMO O MEU PARÁ.

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  11. adooorei sou paraense da gema e
    amei esse site muito boommm
    edilene sereia bjosssss

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  12. mara essas dançaar vai te fuder , ainda mais a dança do cacetee alkslaskas

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  13. Oi Leonardo achei muito legal o blog Parabéns!!....preciso fazer um trabalho de danças regionais, e eu escolhi fazer com o Estado do Pará...gostaria q vc me passasse algumas referências onde eu possa saber mais informações sobre os ritmos que existem no Pará...

    Desde já agradeço e aguardo retorno

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  14. esse blog é muito bom, pois leva as pessoas a conhecer o nosso estado tão ,maravilhoso. elaine souza.
    bjs.

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  15. é muito bom esse bog,mim ajudou muito
    Obrigadoo''

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  16. PERGUTA!
    é SAMBA DO CACETE!? ou SAMBA DO CATETE!????

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  17. PERGUNTA!
    eu queria saber os nomes das comidas dos paraense e as danças,artesanato.músicas

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  18. eu gostaria de saber quais são as comidas tipícas do círio

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  19. Este comentário foi removido pelo autor.

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  20. quais são as comidas tipícas do círio

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